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30 de out de 2010

Aventuras de RPG ??? - Parte 0 - História

Eu não lembro muito bem se eu comentei no post anterior mesmo, ou se foi no chat, mas quem acompanha o meu Blog se lembra de que eu prometi continuar uma aventura que meu primo fez. Em primeiro lugar... Eu não criei essa aventura agora, quem quiser comprovar eu posso mandar a aventura incompleta (e como está incompleta!) do RPG Maker XP! Mas enfim... A aventura que eu vou postar aqui encaixa quase que perfeitamente com a aventura de meu primo, uns ajustes aqui, e outros acolá e estará perfeito! A aventura tem um clima semicaótico, aonde os personagens vão passar boa parte do tempo em um submundo sob a mira do poderoso Nororin... Nesse ambiente eles enfrentam emboscados e inimigos poderosos, além de ter de lidar com diversas confusões no grupo... E diversas distorções de ambiente, miragens, e alucinações nesse ambiente! (eu explico o que é isso no texto!) E no final... Eu não vou contar senão perde a graça! Nesse post eu vou contar a história, pois a aventura em si será bem grande! (eu espero!) Enfim... Vamos seguir ao post!
E para os que não frequentam o Blog com frequência e perderam a aventura anterior, segue o link:
http://shinigamilol.blogspot.com/2010/10/aventuras-de-rpg.html
Eu aconselho que vocês leiam essa aventura antes de ler a que eu vou postar, pois pode ficar sem sentido, ou "bestinha"...
Esta foi à aventura de meu primo, agora vamos seguir com a minha aventura! (E vamos ver quem é melhor!).


??? - Segundo Capítulo - Parte 0 - História

Há alguns séculos um imperador profano reina sob a cidade de Hillfar. Quando este imperador era jovem, ele era um mísero homem, que mal sabia o que era magia, foi eleito o como rei de Hillfar por ser o último filho do antigo imperador, este conseguiu estabelecer a paz na cidade de Hillfar, consumindo um amuleto lendário, o amuleto de Septim. Ele conseguiu forjar a quebra do amuleto, mas anos depois que ele forjou a quebra do amuleto, um soldado encontrou o amuleto no altar do imperador, situado no interior de uma passagem secreta mágica. Ele era o único que podia entrar ali, pois era o único no qual o imperador confiava, e o único o qual as armadilhas não se ativavam com a sua presença. Seu nome era Yalic, o líder do clã da Lua Cortante. Algo estranho daquela sala era que as armadilhas atacavam até mesmo o imperador! Um dia Yalic encontrou o amuleto dentro de um pequeno baú, do qual o imperador sempre exigia que ele se mantivesse longe. Yalic revelou a alguns soldados o fato, e logo estes se encarregaram de espalhar a notícia pelo reino. O imperador furioso trancou Yalic dentro do seu altar. Por ser um ambiente criado por magia, aquele ambiente existia somente em outra dimensão, suas paredes eram indestrutíveis, e era praticamente impossível acessar o altar sem a magia do imperador. O imperador fingiu que havia adoecido, e havia pedido que Yalic fosse pegar algumas poções no seu altar. No exato momento que Yalic entrou, o imperador selou as passagens. Pelo menos é isso que contam as tabernas, o único fato comprovado é que Yalic desapareceu, sem deixar rastros, ou pistas. O imperador, Nororin logo perdeu a guarda do clã Lua Cortante, os quais também deixaram de proteger o castelo, e o feudo do imperador. Logo Hillfar começou a ser atacado constantemente, e a população evacuou a cidade, migrando para cidades vizinhas. O imperador virou uma lenda, e Hillfar virou uma cidade amaldiçoada e perigosa. Com o tempo, Nororin começou a adoecer, mas não tinha nem sequer uma pessoa na cidade para trata-lo, e ele foi pedir a ajuda de Yalic. Com um antigo amuleto que havia encontrado na casa de um velho feiticeiro, ele criou um novo portal para o seu altar, e se arriscou a tentar pega-lo. Mas o amuleto havia sumido junto a Yalic. O que antes era seu altar estava agora abandonado, e totalmente revirado. Era possível ver pelo chão marcas de rituais, e alguns livros de magia. A primeira coisa que veio a cabeça do antigo imperador era que Yalic teria escapado, e que estaria mais poderoso o que seria um desafio caso ele quisesse vingança. Nororin ficou furioso e amedrontado ao mesmo tempo com aquela teoria. Nororin percebeu que as armadilhas naquele ambiente haviam sido desativadas, e logo ele foi buscar o que Yalic estava lendo. Ele descobriu que Yalic procurara um portal para retornar para Hillfar, e que também conseguiu encontrar os ingredientes necessários para o portal naquele altar, assim como ele também criara diversas armas mágicas. Nororin começa a tremer de medo e logo se retira do altar. Todos aqueles dados eram realmente antigos, provavelmente de alguns meses, e quem sabe anos antes de Yalic desaparecer! Nororin se preocupa ainda mais com a possibilidade de Yalic estar reunindo reforços para destruí-lo! Nororin retorna ao castelo e começa a planejar uma possível tática de defesa.
Vinte anos se passaram desde o desaparecimento do líder do clã da Lua Cortante, Yalic. Após quatro anos depois de seu desaparecimento, Nororin resolveu tentar planejar uma tática de defesa, mas fracassou. Um mensageiro entregou uma carta para seu reino, declarando guerra de Yalic quinze anos após seu desaparecimento. A guerra aconteceu, Nororin não reagiu, e nem foi encontrado. Dizem que ele morreu de arrependimento, outros dizem que ele fugiu quando recebeu a carta, outros dizem que ele se aprisionou no seu altar para criar um exército para atacar Yalic mais tarde, outros dizem que Yalic arrancou sua cabeça e a enterrou em terras distantes, e manteu sua execução em sigilo... Mas continua a ser um mistério! Mas no décimo nono ano, Nororin foi encontrado próximo às ruínas de um antigo castelo, caminhando junto a uma das princesas do reino vizinho. O castelo no qual Nororin foi visto era cercado por sete castelos, e a cada sete dias, uma garota desaparecia em cada cidade. Quarenta e duas meninas havia desaparecido, Seis reinos haviam parado de ter suas jovens sequestradas, Nororin foi visto próximo ao castelo com a 43ª menina. Duas características que batia em todas as meninas era que todas elas tinham um parentesco bem distante com a família Septim, e todas eram pequenas feiticeiras, elas eram jovens e excelentes feiticeiras, e como o amuleto de Septim, eram todas disputadas pelos reinos vizinhos.
Por ordens dos imperadores daquelas terras, todo o espaço daquele castelo misterioso seria investigado e vasculhado. Os reinos enviaram juntos exatamente noventa e onze soldados. Somente sete retornaram, com os olhos queimados, os ouvidos perfurados, e a língua cortada, e com a pele esverdeada, com uma aparência fúnebre. Eles não conseguiam se comunicar de nenhuma forma, mas era possível ver o medo e agonia nas suas faces. Catorze dias depois os soldados desapareceram. Era impossível eles irem longe pelo estado físico degradados deles, logo, Yalic foi convocado, por ter conhecido Nororin no passado, e possivelmente poder conhecer suas magias e suas técnicas. Pelas memórias de Yalic, Nororin não era um imperador muito sábio, e nem muito poderoso. Sempre estava com um amuleto por perto para manter seu poder. Quando estava sem amuletos, começava a adoecer, e consequentemente ia ficando vulnerável. E como Yalic havia furtado o seu amuleto mais poderoso, Nororin estava enfraquecido. Mas Yalic também afirmou duas coisas importantes, e perigosas, ele leu que o amuleto de Septim pode ser recriado, e que o amuleto estava sendo recriado no momento. Com tal notícia os soldados ficaram animados, mas após algum tempo Yalic explicou que a família Septim é a família de magos e feiticeiros mais poderosos, e que as damas da família tem mais poder mágico que os homens, e que naquele momento, Nororin estava recriando o amuleto de Septim! E com as meninas que ele havia capturado, já daria para destruir com facilidade um reino poderoso. Os soldados se calaram, e começaram a pensar em como atacar o castelo sem serem percebidos ou executados. Yalic depois de algum tempo ordenou que eles convocassem os soldados mais poderosos de todo Faerûn, incluindo magos, feiticeiros, e clérigos, para protegerem os soldados.
Passaram apenas cinco dias, e somente oito soldados apareceram. Nottug, o bárbaro, Zen, a feiticeira, Rattan, o paladino, Lucy, a arqueira, Ogno, o gladiador, Dohki, a clériga, Stain, o monge, e Karmén, a druida. Eles eram somente oito, dos oitenta que foram convocados. E eles não eram os mais poderosos. Justamente eram os mais inferiores de toda a lista! Enquanto eles chegavam, Yalic recebeu as cartas dos soldados que não compareceram. Na maioria das cartas dizia que eles já estavam em outros compromissos mais importantes, como obter ouro, e caçar assassinos, e o resto dizia que não perderia tempo com uma recompensa nula para uma missão na qual eles com certeza iriam perder suas vidas. Logo era possível perceber que aquelas pessoas que compareceram queriam ser heróis, ou morrer como. Dentre os corajosos aventureiros, pouco tempo após todos estarem no reino, é descoberto que existe um intruso no grupo, Zen Septim, uma filha do imperador Uriel Septim. Apesar de ser imperador, ele sempre traiu a imperatriz com mulheres de pequenos reinos em expansão próximos de Hillfar, prometendo ouro e proteção dos LC, mas nunca concedia nada para eles. Zen vive revoltada por seu pai nunca ter ajudado sua mãe. Zen é órfã, e deseja executar o imperador Nororin que é o último filho de Uriel, e deseja acabar de imediato com essa geração corrupta. Zen também informa que os LC são corruptos. Eles não protegiam o imperador, o imperador que protegia eles! Pois o imperador tinha poder, mas todo reino precisava de um clã protetor, e também que o imperador havia criado o amuleto de Septim com suas filhas, era essa ganância de poder que o motivava a trair a imperatriz, mas também por pura sorte, o imperador não conseguiu capturar Zen, ele na verdade capturou por acidente sua irmã, que não tinha nenhum grau de parentesco com ele, por isso o amuleto quebrou quando Nororin transformou Yalic em um avatar. Na verdade o grupo de draconatos que atacou Hillfar destruía somente os objetos que Uriel criava com magia, e que a entrada pro altar dos Septim era cheia de armadilhas que só não se voltavam contra o líder dos LC porque Uriel havia se arrependido de criar o amuleto dos Septim, e queria que ninguém mais pudesse utiliza-lo, por isso o guardou, e que também ninguém descobrisse como cria-lo. Mas um antigo líder dos LC havia pegado o livro de como criar um portal para o altar, e havia escrito uma cópia, e esta cópia acidentalmente foi parar nas mãos do imperador Nororin. E logo um criado foi criado, Nororin viu as armadilhas e se arriscou a jogar um soldado lá dentro para ver por diversão, era Yalic aquele soldado, e nada aconteceu. Logo após a saída de Yalic, ele descobriu que as armadilhas estranhavam a todos, exceto Yalic. Ele mandou todos os tipos de soldados, e de civis, todos foram executados rapidamente por aquelas armadilhas. Zen descobriu isso quando foi explorar o castelo após o ataque de Yalic, ela encontrou os diários de ambos os imperadores. Estudou eles e agora quer vingar suas irmãs. Todos os soldados concordam com ela, e a permitem entrar no grupo. Logo, os soldados também dão os seus motivos, os quais correspondem ao de Zen. Todos aqueles que estavam ali desejavam vingar as meninas que foram sequestradas por Nororin à espera do poder infinito. Após alguns momentos de discussão, os soldados vão descansar para atacar cedo, enquanto Nororin estaria possivelmente dormindo ainda.
No dia do ataque, o grupo se equipa com um equipamento mais leve e mais resistente que os demais, e que refletia, ou bloqueava qualquer tipo de magia hostil. Logo quando todos já estavam preparados, eles invadem sorrateiramente o castelo. As armadilhas haviam sido desativadas, e o grupo foi dividido em quatro, Nottug o bárbaro com Dohki a clériga, Rattan o paladino com Lucy a arqueira. Ogno o gladiador com Karmén a druida, e Zen a feiticeira com Stain o monge e Yalic o guerreiro. Zen estava num grupo de três, pois provavelmente Nororin poderia tentar utiliza-la de alguma forma para completar o amuleto! Logo os grupos entravam em sequência, para garantir a segurança. Entrou primeiro o grupo mais fraco, composto por Rattan e Lucy, e logo eles voltaram sujos de sangue, e com pequenos ferimentos, afirmando que haviam armadilhas e criaturas semelhantes a zumbis defendendo o local. Eles se assemelhavam a antigos soldados do reino por suas armaduras, e mesmo em um estado depravado, eles continuavam a lutar como membros da elite, e como os soldados que compareceram ali previamente haviam desaparecido, e a característica deles batia com as características dos soldados que haviam retornado, mas estes tinham um cheiro pútrido, e conseguiam ver e ouvir melhor do que qualquer um, mas o tato continuava nulo. O paladino explica que eles desviavam das flechas como se fosse uma brincadeira, e conseguiram um momento agarrar a espada do paladino e golpeá-lo diversas vezes, e quando o paladino havia puxado a espada, era possível ver um corte na mão do inimigo, mas ele nem sequer demonstrou um sentimento de dor, ou sequer parou de tentar acertar o paladino com aquela mão. A batalha só terminou quando a criatura estava desmembrada, e decepada. A primeira coisa que o paladino fez ao enfrentar aquela criatura foi atingir seu coração, mas a armadura dele era quase impenetrável, mas era possível rasgar o couro da armadura, que estava nas juntas e no pescoço. A clériga cura o paladino, e todos os grupos entram no castelo.
E continua...


Leitores, me desculpem, mas a continuação vai demorar um pouco para aparecer! Passei três dias sem postar (quatro!) e eu tenho que repor! Vou passar a madrugada postando, e provavelmente amanhã não vai ter post porque eu tenho pesquisas para fazer! Desculpem-me, mas é o colégio, o Blog e a vida somente para uma pessoa – Eu! – Portanto, eu vou fazer o possível para poder postar em dia, fazer esse trabalho, e viver! Tenham uma boa noite! Eu estou selecionando umas imagens para postar agora! Apreciem...

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