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16 de out de 2010

Meus Sonhos - O gênio dos Sonhos - 3ª Aparição

Me desculpem pelos dias sem posts... Eu estava fazendo provas e estudando bastante! Mas não se preocupem! Vamos retornar a rotina! Continuando as histórias do gênio... Eu vou falar a respeito da 3ª aparição dele... Mas também a última... Infelizmente nunca mais presenciei ele... Mas eu espero que ele tenha conseguido passar alguma lição na minha vida... Conselho, Leia as outras duas aparições, pois senão você pode se sentir um tanto confuso ... Os links para as outras duas aparições:

1ª Aparição
2ª Aparição

E vamos prosseguir com o sonho!



O gênio dos Sonhos


Eu estava em um local que eu nunca havia visto antes, era quase um deserto, eram as ruínas de uma cidade, havia grama e pequenas plantas rasteiras entre os azule
jos e nas paredes das ruínas. Um ambiente realmente agradável, e bonito... A única coisa que incomodava era o caso de eu não poder compartilhar aquele ambiente com mais ninguém. Eu conseguia notar que aquilo era um sonho. Eu notava que aquele ambiente era semelhante ao purgatório, mas ele estava mais construído do que da última vez. Haviam muros que tinham sido reerguidos, haviam vitrais em algumas casas, os quais eram paisagens, e algumas plantas. Eu conseguia cavar sem que o chão voltasse ao normal. A cidade era um pouco pequena. Tinha no máximos trinta ou quarenta quarteirões, e quando acabavam estes quarteirões, passava bruscamente de ruínas a deserto... Eu vasculhei as ruínas diversas vezes a procura do gênio, mas, por mais que eu procurasse, eu nunca encontrava ele. Procurei em todos os tipos de casas, mas notei diversas coisas que ele tinha citado na última aparição... Luzes e buracos negros, sem sentido, no piso, nas paredes... Outra coisa também, haviam portas nos tetos das casas. No começo eu pensei que era uma piada... Mas eu comecei a ficar com medo a partir do momento que eu consegui escalar as paredes até elas, e abrir as portas. Haviam diversas outras portas dentro daquela, mas para mim era impossível de alcançalas, pois elas estavam no teto, nas paredes, poucas eram as que eu conseguia alcançar, e quando eu conseguia, logo via que eram falsas, ou resultavam em salas vazias. Haviam somente algumas casas com esse tipo de "mágica", eram tenebrosos aqueles ambientes... As salas eram todas porosas, e com alguns pontos de luz... As sombras eram completamente diferente dos objetos, e haviam alguns objetos que eram invisíveis, ou até paredes. A luz se comprimia, os objetos eram pequenos de longe, mas a medida que me aproximava, eles cresciam bruscamente. Eu vasculhei exatamente sete casas que tinham essas portas estranhas, mas em todas, eu não encontrava nada... Realmente nada... Eram as únicas casas que tinham essas portas. A estrutura da casa por fora era sempre semelhante a uma casa comum, e do lado de fora da casa, eu atirava pedras, e galhos, para ver se a estrutura mentia. Em nenhum dos casos a pedra bateu, retornou, ou caiu. Ela simplesmente sumia toda vez que eu jogava... Logo eu prestei atenção a árvore que ficava no meio da cidade havia florescido. Ela tinha flores amarelas, e cheias de pétalas. Eu me aproximei da árvore, e aproveitei a sombra. De cima da árvore, eu consegui notar duas outras ruínas, uma delas estava completamente caída, e a outra ainda tinha alguns edifícios de pé. Eu resolvi seguir para a cidade destruída.
Chegando na cidade, eu consegui notar que ela era a mesma da última aparição, sem nenhuma grama, ou vinha como na cidade que eu estava, e vasculhando ela, e prestando atenção em novos detalhes, eu consegui notar pontos negros maiores que os da outra cidade, e focos de luz também maiores. Todos intocáveis, e impenetráveis. Eles estavam debaixo de armários, ou na abertura das janelas, os pontos brilhantes estavam sempre em ambientes claros, e os pontos negros, sempre em ambientes escuros. Eu resolvi seguir logo para a terceira cidade, abandonando aquele local de imediato. Quando eu visitei a segunda cidade, a arvore que estava no centro dela havia botado frutos, e eu resolvi logo pegar alguns. Os frutos eram doces e macios, e com muitas sementes. Os frutos eram dourados por fora, e completamente brancos por dentro. As sementes brilhavam com um reflexo avermelhado, o fruto tinha um formato de coração (coração real, não esses que você encontra pela internet ou em recadinhos de amor) O fruto era leve, mas suas sementes eram realmente pesadas, e a polpa derretia na boca. Era realmente maravilhoso. Após degustar alguns frutos, e me sentir satisfeito. Logo eu fui para a terceira cidade.
A terceira cidade era bem construída, dava para ver que as paredes eram quase intactas, a única coisa que poderia ser considerada "desgastada" era a tinta. Ela já estava velha e descascando, mas era somente isso que estava desgastado. Os vidros e vitrais estavam intactos, e as ruas estavam limpas. Havia também uma árvore no centro da cidade, mas esta ainda era jovem, e pequena, enquanto a outra era alta, larga e cheia de folhas, esta estava jovem, quebradiça, e doentia, dava para ver que ela não iria durar muito tempo, mas mesmo assim eu tentei trata-la. Procurei alguns objetos para cobri-la do sol, pois dava para ver que as folhas estavam queimadas, e também procurei água pela cidade, a qual eu consegui encontrar um reservatório cheio. Eu tratei um bocado aquela planta, e fui vasculhar na cidade algo útil. Eu não encontrei nada, nem sequer vestígios. Logo quando eu estava cansado de procurar, e fui procurar sombra na árvore, ela havia crescido, e melhorado, e o gênio estava observando a árvore, com um sorriso contente. Eu me aproximo, e logo ele me reconhece, e fala:
-Olá Rubens... Pelo que eu vejo você está conseguindo bons desempenhos!
-Obrigado, mas, onde você estava?
-Eu estava lhe observando! E pelo que vejo você não percebeu!
-É verdade!
-Como você chegou aqui, você tem direito a um desejo! Pela sua persistência, e coragem! O que você quer?
Eu paro para pensar, por bastante tempo, e logo falo de forma clara e objetiva:
-Eu quero que você destrua os fracos, pois este mundo foi feito para os fortes!
-Hummmm... Que interessante... Meu primeiro amo que deseja a própria destruição, assim como a destruição de sua nação, e sua espécie!
-Espere! Eu não pedi isso!
-Eu entendo... E mesmo que você tenha pedido, eu não poderia fazer nada a respeito! Pois iria infringir as regras....
-E por que iria infringir as regras?
-Rubens... Imagine um mundo sem o bem...
-Seria absurdo! Caos total!
-Existem pessoas más sem existir em qualquer lugar, pessoas boas?
-Sim existe, o mal é a ausência do bom!
-Não, não existiria... Existiria destruição sem construção?
-Sim existiria!
-Tolo! Como algo pode ser destruído se ele não foi construído? Existiria silêncio se não existisse barulho?
-Sim, o silêncio é a ausência de barulho, certo?
-Errado! Como podem existir ambientes barulhentos se não existem ambientes silenciosos para serem comparados? Como pode existir vácuo se não existe matéria? Como pode existir vida sem morte? Como pode existir início sem existir fim? Como pode existir fortes sem os fracos? Como pode existir o útil sem o inútil? Como pode existir o homem sem a mulher? E como podem existir os fortes sem os fracos?
-É verdade... Faz sentido...
-Só para você ter idéia! Se eu destruir o primeiro lugar, o que está em segundo vai tomar o lugar de primeiro, o de terceiro vai tomar o lugar do segundo, o do quarto vai tomar o lugar do terceiro, e assim infinitamente. Em ambas as direções. Por mais que eu destrua os fracos, vão existir mais fracos! E outra coisa! Os fracos são quase inúteis, mas eles tem utilidade! Os fortes foram feitos para caminhar sobre o chão, e os fracos foram feitos para aduba-lo! Se não existissem fracos, não teria como você adubar o chão, o qual iria logo precisar ser adubado novamente, sendo necessário descartar os menos fortes que existem, ou seja, os fracos!
-É verdade... E o que eu posso fazer para que existam menos fracos?
-Você não pode fazer muita coisa.... Você não pode impedir o ciclo natural das coisas! Você só pode Fazer a sua parte, e mostrar aos fracos que você é superior. Os menos fracos vão decidir seguir você, e vão subir com você! Mas os mais fracos nem sequer vão perceber sua luz, e vão servir de adubo somente! Faça sua parte Rubens! Ah, e mais uma coisa... Qual dessas partes você considera seu passado?
-Esta cidade. Bela, inocente, e sadia.
-Qual delas é seu presente?
-A segunda cidade, em fase de construção.
-E qual delas é seu futuro?
-A primeira cidade. Velho, desgastado, e infértil.
-Você está errado sabia?
-Estou?
-Sim está! Você pode evitar as regras, mas nunca quebra-las! O que pode servir para o outro pode não servir para você! Você criou ou fez algo realmente útil no seu passado?
-Não.
-Você era criativo?
-Era.
-Você usava essa criatividade para fazer algo útil?
-Não, somente para desenhar coisas para jogos... Armas e itens... E eu desenhava mal...
-E você é criativo hoje?
-Sim sou! Procuro ajudar o mundo com meus futuros projetos!
-Então isso quer dizer que hoje você é fértil! E no futuro, você pretende que seus projetos ajudem a humanidade, e deseja conhecer e criar mais?
-Claro que sim!
-Você tem orgulho pelos seus grandes erros do passado?
-Não.
-Você quer cometer eles novamente?
-Claro que não!
-Você quer evitar o máximo o seu passado então?
-Sim! Com excessão das lições que eu aprendi.
-As lições que você aprendeu são seu presente! E no futuro você vai continuar fértil?
-Sexualmente não, mas pode ser que eu continue com a mente fértil...
-E por que "pode ser"? Por que não troca essas palavras por "eu vou continuar com a mente fértil"? Você não quer ser útil? Para ser útil você precisa ser criativo! E se você não é criativo, poucas coisas podem lhe tornar criativo. Você deseja liderar certo?
-Sim! Eu quero ser o melhor! Eu quero atingir a perfeição!
-E os líderes dão ou recebem ordens?
-Dão ordens é claro!
-E se por exemplo você inventa uma forma revolucionária de criar energia, você vai ficar com esta idéia na cabeça e esperar o tempo passar até alguém lhe ajudar a pôr em prática esta idéia revolucionária? Ou você prefere criar projetos e mais projetos até que você tenha poder para pôr em prática, e chamar voluntários para colocar em prática?
-A segunda opção...
-Então, você foi criativo ou não para colocar em prática?
-Fui criativo sim!
-Você liderou pela criatividade, e no futuro pode se contentar com este gerador, sem conseguir o ódio de ninguém além dos donos das usinas elétricas! Pois sua idéia pode ter superado as deles! Mas de qualquer forma você foi honesto para criar isso! Mas se você usa o lado criativo para o mal, você será odiado, ou temido pela sociedade! Mas de qualquer forma você liderou! Por sua criatividade! Eu lhe dou um conselho, de amigo... Nunca deixe que quebrem suas asas, ou que cortem elas, eu quero lhe ver saindo daqui voando, saindo daqui livre! Nunca desista, e nem deixe que os outros apaguem seu fogo! Chegou seu tempo, tenha um bom dia!
-Obrigado!



E logo em seguida eu acordei, inspirado, revitalizado, e realmente com vontade de começar a fazer algo útil! Foi quando eu passei um bom tempo arrumando meu quarto! Espero ter entretido vocês! Obrigado pela atenção! Tenham um bom fim de semana!

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